Embora esteja a mais de 27 horas de vôo do Brasil, a Austrália é um
dos destinos mais cobiçados pelos brasileiros que querem estudar no
exterior. Conforme dados do Departamento de Imigração australiano, e
tendo como referência o período de dezembro de 2011 até março de 2012, o
Brasil está em quarto lugar no ranking de emissores de visto para
estudo na Austrália, ficando atrás somente da China, Índia e Coreia do
Sul.
Sydney é a cidade mais procurada do "continente-ilha", seguida de
Brisbane e região da costa (Gold Coast, Sufers Paradise); Perth, na
Costa oeste; e Melbourne, no estado de Victoria.
Segundo a gerente de Educação da Agência de Promoção Comercial e
Investimentos do Governo da Austrália, Patrícia Monteiro, em 2011 o
governo da Austrália lançou a marca Future Unlimited (Future Sem
Limites) para promover o sistema de educação do país e os resultados que
podem proporcionar na vida pessoal e profissional do estudante. "Com
instituições de ensino muito bem posicionadas e reconhecidas
internacionalmente, uma educação australiana realmente oferece um futuro
sem limites, com inúmeras oportunidades", destaca Patrícia.
E essa possibilidade torna-se ainda maior, porque o estrangeiro
pode trabalhar legalmente na Austrália durante 20 horas por semana no
período de aulas, e em tempo integral durante as férias, o que não
acontece em muitos países.
Ainda conforme Patrícia Monteiro, 55,8% das matrículas feitas por
estudantes brasileiros de janeiro a junho de 2012 foi para os cursos de
inglês, seguidas dos cursos de ensino profissionalizante e técnico
(36,6%) e ensino superior (6,5%).
Como tirar visto de estudante para a Austrália
Desde fevereiro de 2012 o governo australiano implantou um sistema
eletrônico para emissão de visto para a Austrália. É preciso estar
conectado ao site do Departamento de Imigração e Cidadania do país, onde
os formulários serão preenchidos. A apresentação de documentos extras
só será necessária em alguns casos.
Porém, a ajuda de um profissional faz toda a diferença na hora de
solicitar o visto, já que o formulário apresenta vários questionamentos,
e não pode haver nenhum erro ou incompatibilidade nas comprovações
financeiras e de vínculos profissionais e sociais. Para completar, toda a
comunicação é feita em inglês, e os comunicados e e-mails também devem
ser respondidos neste idioma.
Por estes e outros motivos, o melhor é não correr o risco de ter o
visto recusado, e ter que adiar a viagem, conforme recomenda Alexandre
Luis Pedrosa, que é diretor daInfovistos,
uma das maiores empresas especializadas na emissão de vistos
consulares. A dica é contar com a ajuda de quem já conhece os trâmites
do processo de requerimento de visto para a Austrália e outros países,
como é o caso da Infovistos.
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