Ter um bom currículo e ser proativo são fundamentais, mas saber
como agir no ambiente corporativo pode contar mais na hora da seleção. Jovens
precisam agir de forma diferente de quando estão em casa e na escola.
A procura pelo primeiro emprego é uma preocupação que surge, na
maioria das vezes, apenas quando o jovem sai da faculdade. Segundo
especialistas, isso é um erro, já que a preparação deve começar bem antes, caso
o candidato queira se destacar diante de tantos concorrentes.
Duas atitudes são importantes na hora da busca pelo primeiro
emprego: ler os jornais todos os dias, já que sempre há vagas nos classificados
(isso vale para internet e redes sociais também), e preparar um currículo
simples e resumido. O jovem pode não tem experiência profissional, mas tem
experiência de vida. Então, é válido colocar no currículo cursos que já fez
fora da escola: artes, teatro e cinema, por exemplo. Cite trabalhos voluntários
já realizados também é uma opção.
Acompanhe o Jornal Hoje também pelo twitter e pelo facebook.
A engenheira Laís Carnaúba tem uma história que serve de
inspiração para quem está à procura da primeira oportunidade no mercado de
trabalho. Ela estava em um congresso de engenharia e abordou o dono de uma das
maiores empresas do Brasil. Saiu de lá com o primeiro emprego. “Acho que
consegui a vaga porque tive a iniciativa e ele gostou”, opina.
Além da proatividade e de um bom currículo, as empresas também
escolhem o jovem pelo seu comportamento. Muitas vezes, isso vale mais do que a
escola, a faculdade e os cursos de idiomas. É durante a seleção que as empresas
percebem que tipo de trabalhador o jovem será.
Em São Paulo, a ONG Via de Acesso recebe dois mil jovens por mês
que querem aprender como se comportar no novo emprego. “Aquele relacionamento
que ele tem da galera não é o relacionamento que ele vai utilizar dentro da
empresa. O “internetês” que ele com os outros jovens, não vai poder usar na
empresa. Ele tem que ter uma comunicação tanto verbal quanto escrita adequada
aos códigos de comunicação adotados pela empresa”, explica Ruy Fernando Leal,
superintendente da ONG.
Depois de conseguir a vaga, outra dificuldade é se adaptar ao novo
ambiente e entender que a casa é diferente do trabalho. “Ele tem que saber
dividir opiniões com os demais, não querer impor a sua opinião como,
eventualmente, ele faz em casa ou na escola. Na empresa não funciona assim, há
a diversidade de pensamentos, de posturas, de posições e é preciso saber
negociar e não impor”, orienta Ruy.
Ter um bom currículo e ser proativo são fundamentais, mas saber
como agir no ambiente corporativo pode contar mais na hora da seleção. Jovens
precisam agir de forma diferente de quando estão em casa e na escola.
A procura pelo primeiro emprego é uma preocupação que surge, na
maioria das vezes, apenas quando o jovem sai da faculdade. Segundo
especialistas, isso é um erro, já que a preparação deve começar bem antes, caso
o candidato queira se destacar diante de tantos concorrentes.
Duas atitudes são importantes na hora da busca pelo primeiro
emprego: ler os jornais todos os dias, já que sempre há vagas nos classificados
(isso vale para internet e redes sociais também), e preparar um currículo
simples e resumido. O jovem pode não tem experiência profissional, mas tem
experiência de vida. Então, é válido colocar no currículo cursos que já fez
fora da escola: artes, teatro e cinema, por exemplo. Cite trabalhos voluntários
já realizados também é uma opção.
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A engenheira Laís Carnaúba tem uma história que serve de
inspiração para quem está à procura da primeira oportunidade no mercado de
trabalho. Ela estava em um congresso de engenharia e abordou o dono de uma das
maiores empresas do Brasil. Saiu de lá com o primeiro emprego. “Acho que
consegui a vaga porque tive a iniciativa e ele gostou”, opina.
Além da proatividade e de um bom currículo, as empresas também
escolhem o jovem pelo seu comportamento. Muitas vezes, isso vale mais do que a
escola, a faculdade e os cursos de idiomas. É durante a seleção que as empresas
percebem que tipo de trabalhador o jovem será.
Em São Paulo, a ONG Via de Acesso recebe dois mil jovens por mês
que querem aprender como se comportar no novo emprego. “Aquele relacionamento
que ele tem da galera não é o relacionamento que ele vai utilizar dentro da
empresa. O “internetês” que ele com os outros jovens, não vai poder usar na
empresa. Ele tem que ter uma comunicação tanto verbal quanto escrita adequada
aos códigos de comunicação adotados pela empresa”, explica Ruy Fernando Leal,
superintendente da ONG.
Depois de conseguir a vaga, outra dificuldade é se adaptar ao novo
ambiente e entender que a casa é diferente do trabalho. “Ele tem que saber
dividir opiniões com os demais, não querer impor a sua opinião como,
eventualmente, ele faz em casa ou na escola. Na empresa não funciona assim, há
a diversidade de pensamentos, de posturas, de posições e é preciso saber
negociar e não impor”, orienta Ruy.
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