Uma pesquisa da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan)
descobriu que a maioria das empresas brasileiras pretende contratar mais
funcionários nos próximos anos. As vagas abertas revelam quais são as
profissões do futuro.
Os laboratórios são salas de aula. Qualificam os profissionais para
ocupar vagas em um mercado de trabalho que não para de crescer. Uma pesquisa
feita em 402 indústrias de todo o Brasil revelou as nove profissões do futuro.
Todas elas têm ligação com engenharia, automação e conhecimentos de
informática: supervisor de produção em indústria de transformação de plástico;
engenheiro de petróleo; técnico em sistema de informação; trabalhador de
superfície de metais; engenheiro de mobilidade; técnico em mecatrônica;
biotecnologista; engenheiro ambiental e sanitário; desenhista técnico em
eletricidade, eletrônica e eletromecânica.
“A perspectiva é mais positiva na área de produção, mas na área de
gestão também está bastante intensa”, avalia Hilda Alves, gerente de pesquisas
da Firjan.
Essa projeção de crescimento traçada pelas empresas é um cenário que
deve se estender até 2020, segundo a pesquisa. Mas esse panorama positivo tem
um preço. Para cuidar de toda essa automação, tecnologia e competitividade, o
setor industrial nunca esteve tão exigente quanto agora em relação à preparação
e qualificação desses profissionais.
“A gente vai ter uma trajetória de crescimento construída em cima dessas
novas oportunidades dessa grande demanda de mão de obra qualificada que o
mercado vai continuar colocando”, afirma Daniel Moczydlower, presidente de
empresa.
A expectativa é tão boa que até quem ainda dá os primeiros passos no
curso técnico já pensa no que o futuro pode oferecer: “Tentar fazer engenharia
de automação industrial, se Deus quiser me formar engenheiro e procurar uma
especialização”, conta Heitor Matos, aluno do curso técnico.
Veja no link abaixo quais as atribuições de cada um dos nove
profissionais:

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